15/07/2015

Sobre o Rock


Postei esse texto no meu Facebook no dia do Rock e resolvi postar aqui também, já que o blog é feito de pensamentos, poesias, livros e rock n' roll!

Pra mim o Rock é música boa, bem trabalhada, com sintonia, letra, pensamento e principalmente, um diferencial.

É música de doido, de rebelde, de esquisito, de maluco, etc.

É a música dos rótulos também, pois sempre ouvi o bom rock e nunca coloquei um cigarro na boca. Já bebi socialmente como todo mundo faz, mas nem por isso bebo mais hoje. Nunca fiz culto ao satanás e nem ritual de magia negra. Nunca desejei o mal de uma mosca mesmo por ouvir tal estilo. Já joguei RPG, mas não sou serial killer e nunca pensei em matar ninguém em nome dos meus ídolos. Não, eu não como morcego, nem arranco cabeças de galinhas.

Isso é mito!

Deixa de ser mesquinho e comece a enxergar que a maioria das pessoas que ouve o rock é bem sucedida, respeita o gosto musical dos outros e além de tudo ainda curte música clássica, erudita, e outros estilos mais. São essas pessoas que aprendem a tocar instrumentos por pura paixão e tocam as mais belas canções que embalaram sua adolescência e que você até canta junto. E sim. Mesmo que você não admita, você "acha bonita" pelo menos uma música de alguma banda de Rock.

O Rock é o estilo de quem tem opinião própria.

Não meus amigos, eu não ouço Rock porque toca na rádio ou porque o fulano ou o ciclano ouve. Não me importo de não ter shows por perto ou de os shows de Rock serem "caros".

Eu ouço Rock porque as batidas perdidas da bateria embalam junto com o baixo o ritmo da minha vida frenética, as cordas da guitarra me guiam por outros mundos inimagináveis, o teclado e a sinfonia da noite me fazem pensar na vida, os vocais me mostram em pequenas e sábias palavras com o tom acelerado, sombrio e assustador dos monges tibetanos que tenho que ser não só mais um no mundo, pois sou único.

E sim. Eu entendo o que aqueles caras estão cantando!


kkkkkkkkkkkkkkkkk


Feliz dia do Rock!

\,,/,




Fabiano Lobo

23/01/2015

Um futuro próximo - Conto


                Um planeta distante, após o planeta Terra ter ficado quase inabitável, é pra onde as pessoas estão seguindo. Ônibus espaciais e várias aeronaves vão e voltam todo mês, e sempre há mais e mais pessoas que precisam dessa carona pra se verem livres dos perigos do nosso antigo planeta. Hoje chegou a minha vez. Sigo em frente numa fila enorme, que já dura meses, ou seriam anos? Ouvi dizer que algumas dessas pessoas estão aqui esperando há muito tempo. Eu fico me perguntando se os novos perigos daqui não os atingiram. Pelo que ouvi falar, por aqui as coisas estão tranquilas por enquanto.

                Que tipo de perigos?

                Vários!

                Após o incidente que aconteceu, nosso planeta foi perdendo seus recursos naturais, sem a possibilidade de renovação, por causa da poluição e do estrago proveniente da última guerra. Aquele asteroide que atingiu nosso planeta e que todos conhecem a história, mas nunca lembram do nome dele. O evento mais chocante e mais amedrontador de todos os tempos. A perda da camada de ozônio do planeta, o oxigênio acabando, pessoas tendo que usar máscaras para sobreviver. Tudo isso em um curto período de tempo, logo depois da descoberta do planeta que chamaram de Terra 2. Um planeta numa galáxia distante, onde o sol alcança, mas não como no nosso planeta natal. Um planeta que não gira em torno de si próprio, portanto, dizem que enquanto de um lado será sempre dia, do outro será sempre noite. Acho que vamos ter que mudar a forma de pensar nessas partes do dia. Talvez até mudar a forma como o relógio trabalha. Mas acho que ninguém teve tempo pra pensar nisso ainda. Tudo aconteceu muito rápido e, pelo que dizem, estão “reconstruindo” nosso planeta do outro lado do universo. Lá faz frio, mas é o mais próximo que conseguiram encontrar de um planeta habitável para a humanidade nesse curto espaço de tempo que tiveram. O planeta nem foi completamente escaneado. A parte escura quase que totalmente desconhecida, mas o bastante pra saber que ainda teremos muito o que aprender sobre esse novo lar.

                Há alguns meses atrás eu era uma garota normal de 17 anos, que morava na cidade de Detroit. Adorava ler e assistir seriados. Adorava sair com os amigos no fim de semana. Adorava jogar RPG, mas nunca gostei dos ambientados em um futuro apocalíptico, e por ironia, estou vivendo num desses agora. A guerra culminou entre Rússia e Estados Unidos, quando ataques supostamente terroristas foram realizados e os Estados Unidos descobriram que seria seu rival de muito tempo querendo tomar o poder através da imposição do medo. A partir daí, começaram a guerrear e foi um caos total. Perdi meu melhor amigo num ataque e minha mãe foi atingida enquanto trabalhava e o prédio em que estava foi destruído. Parece familiar, não é mesmo? Os ataques começaram de repente. Meu melhor amigo Joe teve sua casa e o quarteirão onde morava totalmente destruído, mas isso foi depois que a cidade já estava em alerta. Minha mãe não. Ela teve o azar de ser uma das primeiras a ficarem sabendo que a guerra havia estourado. Literalmente falando. Seu prédio foi onde aconteceu o primeiro ataque, e toda a equipe do Detroit News foi soterrada.

                Eu estava na escola quando tudo começou. Foi muito de repente e o pânico se alastrou como fogo em uma mata. Todos desesperados por encontrar suas famílias, congestionamento no trânsito, policiais tentando controlar as pessoas, carros de bombeiro e ambulâncias passando a todo momento. Foi horrível!

                Hoje, seis meses depois, eu e meu pai conseguimos chegar ao local indicado para que os passageiros do nosso país fossem coletados. Dois meses após a guerra ter acabado. Seis meses após minha mãe ter partido. A alguns meses de encontrar a paz novamente, assim espero.

                O que foi isso?

                Um barulho estrondoso. Pessoas correndo e gritando. Isso não pode estar acontecendo! Será que eles nos encontraram.

                - Fique perto de mim, filha. – meu pai diz me puxando pra bem perto dele e me mantendo firme entre seus braços. As pessoas correm desesperadas.

                - Será que são eles, pai? – eu pergunto, já sabendo a resposta que iria receber de meu pai. Ele sempre tentou enxergar as coisas pelo lado positivo.

                - Creio que não, meu amor. Estamos muito longe do local onde atacaram. Talvez sejam os russos tentando completar sua vingança. – eu sabia que meu pai diria algo do tipo.

                Você deve estar se perguntando: “Quem são ‘eles’?”

                E aí eu me lembro que esqueci de explicar o que aconteceu há dois meses e alguns dias atrás. Bom, pelo menos eu tentei contar pela folhinha do calendário que eu virava todos os dias, mas depois que tivemos que fugir mais uma vez “deles”, perdi minhas coisas e tive que começar a observar a lua, que parecia estar cada vez mais perto, e contar por quantas noites passamos até hoje.


                Quando a guerra estava acabando, nossos recursos naturais já tinham perdido um pouco do seu valor nutritivo, digamos assim. Por causa de ataques nucleares constantes e por causa da degradação do próprio planeta. Pessoas contam que alguns sobreviveram aos ataques de alguém que veio de fora do nosso planeta. Essas pessoas espalharam os boatos e eu acredito que tudo tenha sido aumentado pelo medo, já que muitas das ferramentas que usávamos para nos comunicar já não funcionavam nessa época. Porque algo do que eles contam lembra filmes antigos contendo medos antigos da humanidade. A iminente mudança na atmosfera da Terra chamou a atenção de alguns moradores de outro planeta distante que, de acordo com o que especialistas dizem, já estavam nos observando há tempos. Esses seres são algo parecido com os humanos, mas são bem maiores. As orelhas pontudas e as asas e pele verde eu deixo pra lá, já que um pequeno grupo de pessoas contou isso uma vez, contradizendo algumas das coisas que eu já tinha ouvido antes. Mas o pior e mais amedrontador de tudo isso é que eles vieram pra cá à procura de alimento, e eu não falo dos nossos recursos naturais escassos até então, eu falo, digamos, de nossos recursos humanos mesmo. Eles se alimentam de carne humana. E dizem as lendas, o que eu também acho exagerado, que eles aproveitam cada pedacinho do nosso corpo, usando ossos para construir, usando fluidos corporais para fazer um tipo de gel para ferimentos, dentre outras bizarrices. Isso também parece familiar. Parece o que fazíamos com os pobres animais desse mundo. Sempre pensei assim, já que aderi ao veganismo quando tinha quinze anos, seguindo o exemplo da minha mãe. Não me arrependo em nada por ter feito isso. As pessoas me incentivavam a beber e a fumar, mas quando resolvi que iria parar de comer carne, elas me disseram que isso seria perigoso e que poderiam faltar nutrientes no meu organismo. Ao contrário dos vegetarianos, os veganos não comem nenhum tipo de produto advindo de animais, como o exemplo do leite e dos ovos, além da carne dos pobres bichinhos.

                Eles chegaram quando ambos os lados da guerra: os países que apoiavam a Rússia de um lado e os países que apoiavam os Estados Unidos de outro, se encontravam quase sem armamentos e recursos. Quando a humanidade já tinha se enfraquecido com a guerra. Quando a fome, miséria e doenças tomavam conta da maioria da população restante do planeta. Estávamos enfraquecidos, e foi aí que perdemos essa batalha contra os seres desse lugar tão distante.

                - Filha! – meu pai me chama.

                - Oi pai! – respondo, achando que ele tinha ficado com medo de eu ter adormecido ou algo pior enquanto me escondia com o rosto em seu peito.

                - Temos que ir. São eles. -



Fabiano Lobo

P.s.: Essa história acabou sendo estendida, e está sendo postada no Wattpad semanalmente. Acompanhe o desenrolar da história em tempo real clicando aqui.

20/01/2015

Sobre À Sombra da Lua - Marcos DeBrito


Li esse livro há um tempo, mas hoje resolvi vir falar dele aqui, pois um livro desses não pode passar despercebido!

O livro conta a história de Vila Socorro, uma cidade do interior de São Paulo, que tem relatado estranhos casos de assassinatos nos últimos anos. A história oscila entre o que podemos dizer que é o presente, ou o momento atual dos acontecimentos e uma história de quase 30 anos atrás. O momento atual narra a história de Vila Socorro e os personagens Alana, Álvaro, Vicente, o alcaide Magalhães, o Dr. Dário e Valêncio, dentre outros, no século XX. A história do século XIX narra acontecimentos da vida de Bastiano e Clemenzia, dois imigrantes italianos que vieram para o Brasil, juntamente com suas seis filhas. Logo no prólogo é narrado o mito grego de Licáon, um rei cruel e amaldiçoado pelos atos que cometeu contra os deuses e os homens.

Bom, quem vê a capa e essa descrição, tendo conhecido o mito do lobisomem em algum momento e se aprofundado em suas histórias, logo percebe que existe algo familiar por aqui. A história de Licáon e mais alguns fatos que foram descritos no mito ao longo dos anos estão presentes e serão exploradas, e isso é um prato cheio pra quem gosta desse tipo de história.

Certa vez li um livro intitulado - O Livro dos Lobisomens - onde o autor Sabine Baring-Gould desvenda os mistérios do mito do lobisomem ao redor do mundo, mostrando a realidade de um mito tão antigo quanto a própria humanidade, que tem suas variações, mas mantém os mesmos princípios.

Analisando o início da história de À Sombra da Lua e o meu conhecimento sobre o mito do lobisomem, achei no início que fosse ser uma história um tanto clichê, justamente por utilizar algo já muito explorado nos cinemas e em vários romances sobrenaturais, inclusive alguns atuais.

Eu estava enganado!

Marcos DeBrito escreveu esse livro inicialmente como um roteiro para filme, mas, segundo o autor, devido ao alto orçamento para se realizar tal feito, ele resolver modificá-lo e enviar para algumas editoras. A Rocco acabou aceitando e publicando, e acertou em cheio! O livro é genial!

Não costumo contar spoilers nos meus comentários aqui, portanto não vou comentar os acontecimentos da história. A escrita do autor é muito interessante e diferente, criando uma atmosfera mórbida e fúnebre que prende o leitor e utiliza-se até mesmo de um tom lírico ou poético. Algumas cenas românticas são extremamente românticas, pois o autor se utiliza de descrições de sentimentos dos personagens pra que o leitor entenda um pouco mais e mergulhe no mundo de Vila Socorro e da criatura que assola os moradores dessa cidade em todas as noites de lua cheia.

As divisões da história entre dias e fases lunares, bem como essa ideia de contar um pouco da história atual e de uma história do passado deixa um mistério no ar e um tom de curiosidade, pois a cada página o suspense aumenta até alcançar um clímax impressionante que culmina num acontecimento inesperado.

E como não poderia deixar de comentar, eu sempre gostei de livros que me enganaram e que me surpreenderam no final, e esse livro conseguiu essa façanha que poucos conseguem!

E por esse e outros motivos que comentei aqui, estou ansioso pelo segundo livro do autor, que ele já está anunciando nas redes sociais, e que visivelmente falará de Vampiros!


Pra terminar, um trecho onde a magnitude da escrita do autor se faz presente, sem ser cansativa e muito rebuscada:

"Os raios refletidos na Lua encontravam obstáculos nas nuvens que vieram com o entardecer. O satélite já tinha sido visto na claridade daquele dia, mas era somente após as linhas imaginárias dos trópicos permitirem a passagem da escuridão que o lado sombrio do ser humano florescia".

Pág. 236.


Recomendo a leitura!


Obrigado pela visita e comentem se vocês já leram, se gostaram ou não.



Fabiano Lobo

29/12/2014

Sobre Prince Of Thorns de Mark Lawrence


Magnífico!

Li resenhas e comentários sobre o personagem principal dessa trilogia e me espantei, pois eu sabia da sua insanidade, mas não sabia que era de tamanha grandeza que me deixaria pensando no personagem de RPG mais louco que eu pudesse imaginar!

O que mais dizer sobre esse livro?

A escrita me surpreendeu de início, pois nunca tinha lido nenhum livro em que as falas eram descritas sem parágrafo e travessão. No começo pensei que pudesse ser confuso ler algo assim, mas no decorrer percebi que isso não influenciou em muita coisa. O autor usa várias referências filosóficas e o pensamento do (anti) herói está sempre presente nas entrelinhas e nas descrições que ele faz dos fatos. Achei isso bem interessante, pois nos leva ao mundo do Príncipe Jorg, e nos faz imaginar o que os acontecimentos pelos quais ele passou seriam capazes de fazer na cabeça de uma pessoa. Algumas frases com ironia e humor negro deixam um gosto sobre a personalidade do Príncipe, e alguns devaneios sobre vontades malucas de cortar cabeças (sem spoiler!) deixam a leitura até um pouco cômica, às vezes, e tensa, na maioria das vezes!

O final me surpreendeu. Vivenciei algumas partes horripilantes e tenho certeza que imaginei realmente que iria ser diferente, pois estou acostumado com alguns clichês, mas confesso que a maioria dos acontecimentos me surpreendeu muito. Se você quer um livro diferente, onde o autor segue por linhas diferentes para contar uma história no estilo das que conhecemos (fantasia, distopia, medieval, etc), esse é o livro que você procura. E buscando pela internet e pelo Facebook os comentários de outros leitores, descobri que esse gênero se chama Dark Fantasy.

Acho que é isso. Agora já tenho o meu exemplar de King Of Thorns e já imagino o que vai acontecer adiante (até pelo título do segundo e do terceiro livro), e espero tremendamente que Mark Lawrence me surpreenda de novo, pois ele soube fazer isso bem no primeiro livro.

O acabamento da Darkside é perfeito! Meu exemplar é de luxo, com capa dura, marcador de páginas e algumas páginas coloridas (preto ou vermelho). As páginas de transição de um capítulo para o outro são muito legais e a textura da capa é deslumbrante. Entre um capítulo e outro, tem citações do personagem principal falando sobre os outros personagens. Achei isso muito criativo e interessante. Vale a pena ter um desses só pela beleza, mas notei que o conteúdo também chama a atenção!

Abaixo as capas dos três livros, contando com o mais novo Emperor Of Thorns, que ainda pretendo adquirir.


"O Ódio te manterá vivo onde o amor falhou."


Recomendo muito a leitura!


 

Fabiano Lobo

02/11/2014

A Primavera Rebelde - de Morgan Rhodes

Estou aqui hoje pra falar mais uma vez desse universo que vem me conquistando a cada dia: O universo de Mítica, dos vigilantes e dos elementia. O universo de Falling Kingdoms - A Queda dos Reinos.

Acabei de ler o segundo livro e já imaginava que fosse ser algo desse tipo. Não costumo das spoilers nos meus comentários e vou manter isso sempre por aqui, portanto, sinopse abaixo:

"Depois que o rei Gaius de Limeros conquistou as terras de Auranos e subjugou o povo sofrido de Paelsia, passou a dominar toda a Mítica com seu punho de ferro. A rica população de Auranos parece não se importar com o novo governante, desde que seus privilégios sejam mantidos; os paelsianos, como sempre, aceitam seu destino de exploração. Mas a tranquilidade é só aparente - grupos rebeldes começam a surgir nos reinos dominados, questionando as mentiras e os métodos sangrentos do novo rei. Enquanto isso, Gaius obedece à sua mais nova conselheira e dá início à construção de uma estrada passando pelas temidas Montanhas Proibidas. Mas essa via não servirá apenas para interligar os três reinos - ela faz parte de uma busca pela magia elementar, perdida há mil anos, que conferirá ao tirano um poder supremo. O que ninguém esperava era que essa obra desencadearia uma série de eventos catastróficos, que mudarão aquelas terras para sempre e forçarão Cleo, Magnus, Lucia e Jonas a tomar decisões até então inimagináveis."
Sinopse retirada da página do Skoob do livro.

Essa saga retorna mais madura, com mais detalhes sobre esse mundo em que entramos e não queremos mais sair. Os vigilantes tem uma participação constante e as lendas vão sendo mais bem desenvolvidas ao longo da história. Tudo o que ficou mal contado no primeiro livro, vai sendo explicado aqui. Notei que os reinos são mais bem detalhados agora, com citações de nomes de cidades e locais que no primeiro livro pareciam ter pouca ou nenhuma importância.

Gostei do mapa mais bem explicado no início do livro, e gostei também dos mistérios do próprio mundo em volta da "ilha" de Mítica (as aspas são pra enfatizar que o local não é considerado uma ilha, apesar de ser envolto por oceanos e mais nada). Os acontecimentos ficaram mais perigosos e as mortes inesperadas são um fator interessante do livro, que os fãs de George R. R. Martin conhecem muito bem.

Alguns acontecimentos ficaram meio enrolados e aparentemente não ocorre nada muito importante nessa história, apesar de a emoção e o inesperado estarem sempre presentes. Mas me parece que tudo é uma forma de preparar o terreno para o que vai vir depois. Só espero que mantenha a qualidade, mesmo desenvolvendo a história em 6 livros ao invés de somente 4, como tinha sido previsto inicialmente. O romance e as questões sentimentais estão mais presentes nesse em comparação com o primeiro. Às vezes com um impacto positivo e às vezes negativo, mas com certeza algo necessário para o desenrolar da história e da ligação entre os personagens, também preparando o solo para o que provavelmente está vindo por aí.
Enfim, a saga A Queda dos Reinos é muito interessante, com ação do início ao fim, mistério, guerra, morte, sangue, magia, traição, romance, e tudo o mais que tornam uma história de fantasia medieval algo diferente e emocionante.

Recomendo! E aguardo ansiosamente pelo lançamento do próximo livro, A Ascensão das Trevas, que segundo a editora Seguinte, será lançado no dia 19 de novembro, junto com o lançamento oficial no Canadá e E.U.A.


Você já leu?
Gostou?

Então comenta aí embaixo, pra gente discutir as opiniões sobre essa saga impressionante!
Obrigado pela visita!



Fabiano Lobo