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07/08/2014

Livro em andamento...



Hoje estou passando aqui pra dizer que meu tão sonhado livro de poesias pode agora sair. Provavelmente ainda esse ano estará em mãos! Organizado com mais de 40 poesias de minha autoria e estruturado de uma forma totalmente diferente e interessante, pra que você leia e tenha o prazer de fazer isso até o final do livro!



Obrigado a todos que contribuíram pra que tudo isso pudesse chegar onde chegou!
Aguardem...











Fabiano Lobo

17/01/2011

Por que é tão difícil?



Ser feliz e buscar alguém
É o que muitos desejam na vida
Fazê-la feliz e querer o seu bem
Com as dificuldades, parece não haver saída

Barreiras se colocam no caminho
E parece não valer a pena lutar
Em cada canto são encontrados espinhos
Que impedem ao verdadeiro destino chegar

Pessoas, intrigas e discussões
Tentando nos enfraquecer
Guerra, inveja e confusões

Se colocando para tudo estragar
E com medo daquilo perder
Não gostamos do retorno imaginar

O retorno a tudo como era antes...

Fabiano Lobo

02/07/2010

Moonspell - Alma Mater



A Língua da Mãe me diz
Do modo mais forte que eu já vi
Eu sei que ela vê em mim
Seu motivo de orgulho, sua raça mais pura

Ela conversa comigo em cores
Que eu mal posso entender
Eu apenas sei que são nossos
E a eles, orgulhoso, me curvarei

Pois sou seu único filho
E você, meu querido mistério
De um trono antigo, eu desafio o mundo
A ajoelhar-se diante do Poder contido

Pois sou seu único filho
E você, meu querido mistério
Mundo, não vês?
Apenas eu creio nisso?

Virando costas ao mundo
Orgulhosamente sós
Glória antiga, volta a nós!

ALMA MATER!


Ondas arrebentando anunciam minha Noiva
É o único modo como o Mar pode cantar
Lendas do Orgulho Lusitano
Ele canta as palavras que eu não posso espalhar

Sobre a Montanha da Lua seis lobos uivam
Sua glória perdida retomaremos ou morreremos

Pois sou seu único filho
E ela, meu querido mistério
Deuses Pagãos conspiram
Pela espada da Tirania


A Língua da Mãe disse a ti
Do modo mais forte que eles já viram
Mundo, não vês?
Não sou só eu que creio nisso.

A Língua da Mãe me diz
Do modo mais forte que já vi
Sei que ela vê em mim
Seu motivo de orgulho, sua raça mais pura

Ela conversa comigo em cores
Que eu mal posso entender
Eu apenas sei que são nossos
E a eles, orgulhoso, me curvarei

Pois sou seu único filho
E ela, meu querido mistério
De um trono antigo, desafio o mundo
A ajoelhar-se diante do Poder contido.

Pois sou seu único filho
E ela, minha querida tragédia
Mundo, não vês?
Não sou só eu que creio nisso.


Virando costas ao mundo
Orgulhosamente sós
Glória antiga, volta a nós!

ALMA MATER!





Acho muito interessante a letra dessa música e resolvi postá-la aqui, para compartilhar com vocês que sempre visitam o Blog.
A banda se chama Moonspell, de Portugal. A música se refere ao país deles.
Muito obrigado pelo apoio!!!

Segue o MySpace e o vídeo no Youtube.



http://www.myspace.com/moonspell
http://www.youtube.com/watch?v=L-2Oqm9-wDM

04/04/2010

Contemplação Final

O que eu posso pensar agora,
Se meus pensamentos já me levarão para o inferno...
Mas eu nunca cederia
Por que o meu amor é eterno.



Procuro uma razão para respeitar-me.
Não sou o único que se perdeu,
Nem o único que chorou
Muito menos o único que morreu.


Não me pergunte o porque.
Eu só não quero ficar aqui.
É o clima, a estação roubada.
Hoje é a doença que retribui.


Feche a porta quando sair...





San Michel

15/03/2010

Realidade Sem Escolha


A vida é um mar revolto em contradições,
que encaminham a alma, à base dos sentimentos.
Escondidas encontram-se as emoções,
 envoltas em partículas presas ao tempo.


Viver é abraçar consequencias drásticas,
que afetam, inconscientes, a humanidade.
Criam-se histórias perto à lástimas,
e de um abismo insano, renasce a eternidade.


O mundo é pleno em sua incoerência,
e fatos escoam pelas mãos de loucos.
Me desperto ao som constante da inocência,
Enquanto o ar que eu respiro, mata-me aos poucos.

 
Ao tempo que o homem se julga imortal,
sua alma se dispersa, lentamente, de seu corpo.
E apenas ao descontrole de um sopro fatal,
  A vida passa, deixando um rastro morto.


As horas passam como breve pesadelo,
e o fim torna-se o sinal da completa existência.
É parte integrada a todos, não se pode temê-lo,
pois a vida é uma desigual prova de paciência.


Deve-se consumir, intensamente, cada instante,
pois a escada infinita é a luz dos sonhos.
Valorizando momentos únicos e importantes,
que, indiscutivelmente, fazem parte do que somos.

10/03/2010

Porvir



Olhe para o passado
Estão todos atrás de você
Você nunca...
Nunca vai esquecer como se vê

A verdade está bem na frente:
É o ódio que move o mundo.
No meio de tanta sujeira
O homem se torna algo imundo.

Quando as trombetas tocarem.
Céu e Inferno irão se unir.
E tudo que foi criado.
O horror vai destruir.





Não será por fome ou doença
Não haverá satisfação nem cura
O surgimento do sofrimento e perda
Chegará firmemente de forma dura.

A glória virá quando eles chegarem
Os guardas de preto e aço.
Sentimentos consolidados na alma
Marcas de batalha no braço

Será real e ausente de luz
Só queria que visse
Tudo aquilo que traduz
Para desejar que sentisse.


San Michel

15/01/2010

Sombras da inconsciência humana

Herdado nos foi, um recanto fiel de luz eterna,
que guarda consigo, curioso, o desconhecido.
Um complexo equilíbrio entre água, ar, céu e terra,
 Imprescindível à vida e inerente ao proibido.
 
O vento pelos ouvidos deleita-se ao luar,
E olhando ao alto, sobrevôo a rotina de estrelas.
O orgulho deposto à terra, quebra-se ao som do mar,
E me perco, assim, na imortalidade de vê-las.


Fugaz, o mistério aquece os olhos da cobiça humana,
Cedido pela ausência de cuidados posta à Terra.
O indivíduo perde ,amargamente, o afeto, pela gana,
E conspirada à ciência, a sociedade mata, morre; Erra.
 
Gritos ecoam, infinitos, numa insanidade mascarada,
Conduzidos por um caminho instantâneo de luz imortal.
Como traduzir atos e ações por tantos questionadas,
Se a intolerância é liberta pelo descontrole capital?

 

Resta-nos, apenas, a incerteza de dias possíveis,
envolvidos pelas mãos de quem, forte, acredita.
A união pode ressurgir do abismo à soluções cabíveis, 
pois a alma é a porta dos desejos, reveladamente, infinita.


04/01/2010

Obstáculos da Eternidade



Quebraram a luz que irradia a vida,
E o deserto da escuridão retorna à face.
A alma descansa num leito de feridas,
 E no momento há incerteza de que tudo passe.

O redor desmente o real pesadelo,
E à sombra da tristeza corre veloz o tempo.
Difícil conviver com o medo, difícil tê-lo,
E a fuga da liberdade prende-se, assim, ao vento.

Agora, tudo irreal torna-se claro,
E abro os olhos para uma verdade distante,
  É hora de refletir, pois então eu paro.
Até que, bem lentamente, eu me levante.

 Construída foi, a escada invisível de sabedoria,
E abre-se uma porta induzida por felicidade,
Através de um paradigma que consta força e magia;
funde-se um princípio, frente à realidade.

 Deve-se crescer o poder radiante da certeza,
E procuro estruturar o que foi, aos poucos, perdido.
A experiência me instiga a observar com clareza,
o processo da mente como um fato desmedido.

Por fim, percebo que nunca foi morta a chama da vida,
Mesmo por um momento, perdendo-se além da luz da lua.
 Já que o tempo é, consigo, herdeiro de outra saída, 
 que uni-se a esperança eterna, e, para sempre continua.

26/12/2009

Noite especial



Nessa noite silenciosa
Uma nova era se inicia
Essa pobre alma pavorosa
Se livrará de toda agonia



Fabiano Lobo


14/12/2009

Rainha das noites

O que seria das noites,
sem a lua de todos os amores.
Uma rainha neste céu,
de estrelas iluminado.

Admirando seu brilho encantado,
como lobo nos montes solitário,
vejo o rosto de minha amada,
no seu reflexo espelhado.

Oh lua de minha vida,
leve-me com um abraço,
para em ti fazer morada,
do amor por vós inspirada.

Agora chegou o dia,
e seu brilho foi apagado.
Mas logo se põe o sol,
trazendo novamente seu dourado.


Rodrigo Pereira de Assis

23/11/2009

O Reflexo



Foi estranho e assustador.
Sentado eu estava, olhando para um reflexo.
Era o meu mesmo
Não havia percebido
Já que não reconheci a imagem

Vi um senhor onde o tempo
Já havia deixado marcas em seu rosto
Mas não foi isso que me surpreendeu
Era o seu olhar – frio e triste
Vi claramente sua vida (ou as nossas) pelos seus olhos

Alguns diriam que era cansaço
Já eu não classificaria assim
Vi uma depressão
Sua amargura num fundo abissal
Seus sonhos e planos tirados pelo destino

Suas vestes eram negras
E o vento não balançava seus longos cabelos
Que pareciam serem loiros e lisos
Chamava também muita atenção,
Sua longa barba que dava um sutil toque de elegância

Vi também por alguns instantes
Que tentou falar comigo, um alerta.
Senti-me uma criança que por sua inocência
Não entende o mundo como realmente é
Fiquei estranho
Confesso que certa hora eu tive medo
Quase entrei em pânico!
O velho tinha três marcas sintéticas
Idênticas às minhas
Eram três símbolos que marcaram ambas as vidas

Olhando mais um pouco eu me acalmei
Interpretando o olhar,
O pavor sumiu e compreendi a mensagem
Era algo valioso que não se compra
Alguém te passa e você a absorve única e exclusivamente.

Fui voltando à realidade
E reparei que na medida em que isso acontecia
Eu perdia o foco e a imagem do estranho
Não podia contar a ninguém naquele momento. Então...
Corri e escrevi o fato.

† San Michel †
Ma²

Aqui Dentro


A floresta que caminho...
Chama-se vida
Caminhos e trilhas estreitas
Onde posso cair e não encontrar
Alguém amável
Que possa me ajudar a levantar

Cada dia é como viver no medo
Sinto que perdi meu espírito
E as emoções já não me consomem mais
Penso que posso estar vivendo um amor
Acontece que minha vida é doentia
O que pode afastar tudo e causar-me mais dor

Os pais de minha alma eu não conheço
Os de meu corpo me repudiam
Se hoje penso em suicídio
É porque escrevo justamente
Para não cometer o homicídio

A idéia constante de sumir
Não sai da minha mente...
Ela que é mórbida
- alguns diriam cavernosa
Mas não ligo muito
Não os culpo por não saberem enxergar
O líquido vermelho banha a lâmina
Há cortes escondidos
Talvez tenha sido uma navalha
- aqui escrevo totalmente focado –
Mas prefiro dizer
E afirmo com toda minha certeza
Que gasto muito tempo para usá-la

Todo aquele espírito de matilha se perdeu
Na mente de insanos
Que buscam a felicidade só para si
Tolos...
É algo impossível
E ainda se prendem a idéias mais absurdas

Os dias vão passando...
A realidade não muda
Dias de nada
Onde a morte é a liberdade
Naquela velha floresta sombria
Meu inferno chamado vida

Minha mente, meu eu...
Tenta se manter sã
Debaixo do astro
Uma loucura de lua cheia
Que minha segunda pele esconde
Por trás de um estranho frio que me rodeia
Não é um testamento ou uma carta
É apenas um pouco do que precisava sair
Em linhas e palavras subentendidas
Que poucos entendem
Mas que me deixam calmo, tranqüilo e forte.

CLICK!

† San Michel †
Ma²